Complicações Associadas ao Ácido Lisérgico Dietilamida

( LSD – 25 )

Por Sérgio Pereira Alves (*):

Divergentes terminologias foram usadas para descrever esta droga ( agentes psicotomiméticos, psicodélicos ) e também para os seus efeitos ou a experiência em si ( trip, alucinação, reação psicótica, ilusão paranóica de grandeza e perseguição, Nirvana, experiência arquetípicas e experiência de sombra)

Nestas condições eu observei relatadas destas experiências como "inesquecíveis" ou mesmo "indescritíveis"; e que anos mais tarde me fizeram refletir mais sobre elas e tentar colocar no papel algumas das questões já resolvidas e outras ainda precisando de retoques finais ou mesmo de total reformulação.

Como a droga age no organismo? Quais são as suas implicações fisiológicas? Quais são as suas implicações psicológicas? A droga atua no código genético? Quais são as suas aplicações psicoterapêuticas? Como se processa a compreensão simbólica da palavra?

Eu me proponho um estudo comparado, cruzando referências entre visões experimentais e o enfoque científico, fisiológico e psicológico, para que isto possa nos esclarecer pontos obscuros, e nos ajude a explorar mais estas imagens do inconsciente para nos conhecermos melhor. Vou me ater ao paradigma psicológico para considerar as ‘viagens’ como uma experiência de significação pessoal, sendo a substância apenas um gatilho que as libera.

D-Lysergic Acid Dietylamide (LSD-25) é uma dietilamida semi sintética do ácido Lisérgico, um componente natural do fungos ‘ergot’ encontrado em várias plantas cereais. Como agente psicotomimético, está sendo amplamente usado como uma ajuda em psicoterapia reduzindo os mecanismos de defesa e podendo liberar um significante material inconsciente. O LSD e a Mescalina são atualmente as drogas com maior capacidade de produzir estados de dissociação transiente para estes fins.

Os efeitos do LSD podem ser divididos convenientemente em três grupos: central, direto e neuro-humoral.

Os efeitos centrais são assim chamados por causa de sua ação no sistema nervoso central, produzindo por sua vez, uma grande quantidade de efeitos fisiológicos. Os efeitos centrais incluem:

Os efeitos diretos consistem na estimulação da musculatura lisa, resultando em contração muscular. ( Músculo liso se refere à musculatura do intestino, vasos sangüíneos, útero e bexiga. São chamados músculos involuntários porque existe pouco ou nenhum controle sobre eles).

Os efeitos neuro-humorais são os efeitos causados pelas células transmissoras. Estas células transformam energia elétrica em atividade química, e vice-versa. O LSD atua na inibição de uma substância chamada Cerotonina, que tem um papel importante na transmissão dos impulsos de um nervo para outro no cérebro. Esta inibição da Cerotonina parece ser o mecanismo específico no qual o LSD provoca as mudanças de comportamento e psíquicas. Entretanto, verificou-se que esta interferência da Cerotonina não é a causa direta deste fenômeno de mudança de comportamento.

Os efeitos psicológicos podem ser arranjados em três categorias. Mudanças nos sentidos e percepção, emoção e no pensamento.

A ‘imagem mental’ que a pessoa tem de seu próprio corpo é distorcida com os efeitos do LSD. As pessoas, às vezes, se vêem em um estado de completo desmembramento ou morte. Este efeito pode ser aterrador, e pode levar a uma severa ansiedade ou pânico.

Os episódios de pânico, conhecidos como ‘bad trip’ quando se desenvolvem cedo, parecem representar o terror envolvido com a perda do controle do ego. No máximo da reação de pânico, pode ocorrer uma mobilização de impulsos agressivos. Como um animal acuado e com medo a pessoa reage de forma agressiva. E finalmente, depois de muitas horas de uma dissociação aterrorizante, o sujeito pode desenvolver um medo intenso, não sendo capaz, ou quase que impossibilitado, de voltar ao seu estado normal.

As pessoas , cuja maioria das respostas de defesa é a somatização, são capazes de fugir dos efeitos psíquicos da droga, ao custo de sofrer uma variedade de dores por várias horas. Já se relatou também um ocasional aparecimento de um estado catatônico grave.

Logo após o período que termina o efeito da droga, algumas ocorrências indesejáveis tem sido mencionadas, e é bom estar a par dessas possibilidades. A primeira é a simples prolongação do estado alterado causado pelo LSD. A pessoa continua ainda vendo cores brilhantes, perde a noção do tempo e se distancia do contato habitual com o mundo. Para a dosagem mais usada, de 100m g, obtém-se uma duração de 8 horas. O interessante é que a droga permanece no organismo por duas horas apenas, sendo totalmente dissociada depois deste tempo. Ainda não se sabe como o seu efeito dura todo este tempo, podendo ainda ser prolongado. Normalmente, depois de uma noite de sono é esperado uma cessação completa dos efeitos da droga. Entretanto, a persistência da ansiedade ou distorções visuais, por um ou dois dias, em forma de ondulações repentinas, já foram descritas.

Um estado depressivo também tem sido ressaltado por inúmeras pessoas, e uma variedade de possíveis agentes causadores são evidentes. A depressão pode simplesmente ser causada pela calmaria, depois da euforia induzida pela droga, e o sentimento de auto-transcendência. Se a experiência foi caracterizada por uma emergência de considerável vergonha e culpa, uma inabilidade para integrar ou reabsorver as memórias lançada, podem induzir uma breve reação de depressão.

Uma análise das informações sobre tentativas de suicídio, revela que somente poucas pessoas possuem uma conecção direta entre a experiência com o LSD e o movimento rumo à autodestruição. É interessante especular que a morte, poderia ser considerada por aqueles que alcançaram um estado de dissolução completa do ego. Um obsessivo compulsivo com síndrome de despersonalização, foi tratado com quantidades médias de LSD combinadas com psicoterapia. Um ou dois meses depois tentou suicídio, foi hospitalizado e melhorou depois de uma terapia de coma insulínica.

Médicos que responderam a um questionário neste assunto, afirmaram que os suicídios consumados, e que poderiam ser atribuídos ao LSD, são realmente raros. Existe o caso de uma mulher que ingeriu uma dosagem normal, sem seu conhecimento prévio. Os efeitos devastadores de uma completa e inexplicável ruptura psíquica, foram aparentemente demasiados para esta pessoa suportar, e ela se matou. Outro paciente, depois de duas sessões de 30m g, ficou deprimido por três semanas e depois cometeu suicídio. Não foram dados maiores detalhes.

Porem, deve-se ressaltar que todos os atos de suicídio foram mais freqüentes em pacientes perturbados do que em sujeitos considerados normais. Não existem relatos de que o LSD tenha sido usado como um método para cometer suicídio.

Vários surtos psicóticos podem ser associados com o LSD. Gerando desordens no nível afetivo e causando um empobrecimento do contato social. Podem ocorrer reações apresentadas como distúrbios somáticos e de percepção. Já ocorreu o desenvolvimento de náuseas, tensão, sentimento de imobilidade, ansiedade, despersonalização e uma preocupação com o ‘sonho’ que se tem sob o efeito do LSD.

Portanto o LSD pode produzir um surto psicótico talvez pela liberação de um material estarrecedor conflitivo, que não pode ser lidado pelas defesas normais estabelecidas pelo paciente. É possível que o LSD rompa os mecanismos homeostáticos psíquicos, e permita o reforço de decepções latentes ou idéias paranóides. Supostamente, isso ocorre quando as funções aversivas e críticas normais do ego são enfraquecidas pelo LSD. É como se desligássemos um filtro, que usamos para reter todas as impurezas, ou materiais reprimidos. Como nós filtramos para fora somente aquilo que queremos acreditar, o filtro ao ser desligado provoca uma perda das fronteiras, ou a união com o Cosmo. Esta última, facilmente observável com as descrições de experiências místicas.

Não há conhecimento de adicção ao LSD. A adicção fisiológica não é provável por causa de um começo de tolerância extremamente rápido. Isto significa que a pessoa que toma LSD em um período relativamente curto de tempo, terá uma grande diminuição no efeito da droga. Esta tolerância é pouco compreendida e também atua em outras drogas alucinógenas como a mescalina e psilocibina. Este fenômeno é chamado "tolerância cruzada". A habituação psicológica é aceitável, mas os grupos que tendem à adicção ( o usuário imaturo e o psicopata ativo) estão mais para desenvolver uma resposta desagradável ao LSD do que para experiências prazerosas. E nenhum indivíduo que chegou a um estado místico, com a ajuda da droga, se tornou habituado a ela.

O LSD não causa à pessoa que o ingere uma perda de consciência ou uma entrada naquele estado de torpor entre a vigília e o sono. Ela geral permanece amplamente consciente das pessoas e objetos ao redor dela. Apesar disto, as suas respostas podem ser vagarosas, ou exageradas, ou suas percepções e emoções podem ser tão distorcidas que alteram sua impressão da realidade. O que acontece é uma diminuição dos aspectos organizacionais, estabilizadores e seletivos de sua personalidade que chamamos de ego. Acontece também um aumento da sugestibilidade, provavelmente relacionado ao decréscimo das forças do ego.

É de opinião unânime que uma pessoa sob a influência do LSD nunca deve ser deixada sozinha. O contato humano é confortante e serve como uma ponte entre a realidade de todo dia e o estranho mundo do LSD. Sem isto a pessoa pode perder toda a sua orientação. O estado é altamente sugestivo forçando a pessoa a responder fortemente aos estímulos ambientais. Ela pode sentir todos os sentimentos não-verbais dos outros com uma exatidão fenomenal. Impessoalidade, frieza e desinteresse dos outros são equivalentes a ser deixado sozinho.

As características emocionais e intelectuais da pessoa que toma o LSD estão entre os fatores mais importantes em determinar o tipo de reação que ela se submete e o tipo de experiência que ela relata. Por isto, estes efeitos da droga são essencialmente impredizíveis.

Tranqüilizantes tais como as fenotiazinas e, ocasionalmente, os barbitúricos, podem ser usados para contra agir nos efeitos da droga. Embora raramente necessários, a cloropromazina é o agente mais satisfatório para terminar um efeito psicodélico, numa dosagem de 25mg à 50mg, quando se deseja um rápido efeito.

É de comum acordo, que personalidades marcadamente esquizóides, esquizofrênicos compensados, epilépticos e retardados mentais seriam péssimas escolhas para se fazer uma terapia com LSD, ocorrendo a possibilidade de uma precipitação de uma psicose.

Desde que esta droga é desintoxicada no fígado, não é aconselhável a pessoas com problemas neste órgão ingerirem a droga.

Doenças físicas graves é uma contra-indicação à terapia, por causa do estresse que uma experiência de LSD pode causar. Mas de acordo com Aldous Huxley, LSD é um bom tratamento para pacientes com câncer em estágio avançado, terminal, e com dificuldades de aceitar a própria morte. O LSD se encontra entre os agentes químicos que alguns autores consideram capazes de produzir efeitos danosos sobre o material genético, embora, como se verá, o tópico é motivo de controvérsias. Vários investigadores apontaram a possibilidade do LSD causar uma quantidade anormal de rupturas nos cromossomas das células brancas do sangue. Se este dano nos cromossomas ocorre, é possível também a ocorrência de defeitos de nascimento. Isto tem sido verificado em ratos que foram administrados uma dosagem no primeiro estágio de gravidez. Já se verificou que quando o LSD é adicionado a cultivos de leucócitos de sangue humanos, produzia um acentuado aumento na freqüência dos rompimentos cromossomicos e nos reagrupamentos das cromátidas, em comparação com os cultivos sem a adição da droga. As concentrações de LSD de 100m g à 50m g causaram degeneração celular e supressão da mitose. O efeito do LSD-25 sobre os cromossomas na meiose está sendo investigado em animais. Nos animais tratados encontrou-se rompimentos com maior freqüência que nos animais de controle, assim como o aumento no número das constrições secundárias. No homem, os estudos efetuados na meiose são escassos e o efeito da droga, muito difícil de se avaliar. Não sendo ainda permitido estabelecer, de maneira definitiva, se o que ocorre é danoso ou não. E portanto os resultados até agora encontrados não permitem estabelecer se o LSD-25 é contra-indicado na terapia experimental.

O uso de LSD tem sido investigado no tratamento de uma grande variedade de doenças mentais. Isto inclui esquizofrenia e outras psicoses, vários tipos de neuroses e desordem de personalidade, tais como, desvios sexuais. Tem sido usado também no tratamento de certas desordens mentais em crianças. O uso do LSD como ajuda em psicoterapia recai na habilidade, sob um preparo terapêutico apropriado, em liberar materiais inconscientes, depois expostos as paciente para que ele se torne consciente de suas implicações. Pensamentos a muito enterrados, desejos reprimidos e sonhos são trazidos à consciência, tornando possível para o paciente reconhecer e entender a natureza real de seus problemas.

Em psicoterapia, o LSD é administrado ao paciente uma ou duas vezes por semana, durante várias semanas ou meses. É chamada Terapia Psicodélica, criada, e amplamente aplicada por Stanislav Grof. Esta tem sido benéfica para alguns pacientes com desordens mentais. Este tipo de terapia contrasta com a terapia usada no tratamento de alcoolismo, na qual somente um sessão intensiva é feita.

Um dos mais promissores usos do LSD consiste em fazer mais suportável a agonia sofrida por pacientes morrendo de câncer e outras doenças; diminuindo consideravelmente a dor. Parece também reduzir as ansiedades do paciente, tornando mais fácil para eles aceitarem o seu destino.

É desaconselhável o uso de agentes psicotomiméticos em psicoterapias por pessoas despreparadas, sem uma prévia experiência do processo. O deslocamento das fronteiras do ego freqüentemente tem origem nas ressonâncias ampliadas que cada sujeito possui. As cores, os sons e as texturas que se intensificam adquirem uma transparência estanha. À medida que esta impressões se acentuam, é relatado que se sente a existência de uma continuidade entre estas vibrações e a nossa própria consciência, e que o mundo externo se confunde com o interno. O que está fora não exclui o que está dentro. O eu e o outro, o mundo externo não passam de pólos de um único processo: uma Unicidade até então desconhecida. E , esta nova instância não está localizada em lugar algum. Os objetos podem estar situados no espaço, mas aquilo que é espaço, não está em parte alguma, e ao mesmo tempo está em toda parte. É a vivência e a convivência de paradoxos jamais pensados. E estas representações mentais não são criadas pelo cérebro a partir de lugar algum. Elas surgem de nosso interior, de nosso mundo inconsciente, mas que dá à pessoa uma sensação de poder, de ser um com o universo. Seria um ampliamento das fronteiras do ego a tal ponto, que Jung uma vez a caracterizou como um "estado de semelhança a Deus", onde a pessoa teria a sua consciência ampliada à um nível que ela se sentiria capaz de responder a qualquer pergunta, de compreender qualquer questão.

Pode-se falar de uma patologia mental, mas simplesmente porque desconhecemos os níveis de experiências possíveis. Um leque de possibilidades infinitas, que não seria prudente reduzi-las a uma patologia qualquer. Nesta dimensão, o eu mais profundo e universal que percebemos corresponde ao que os místicos chamaram de "as fundações divinas do universo". Uma espécie de espaço inteligente e supraconsciente que conteria o Cosmo inteiro.

O que empresta o caráter de estranheza à formação substitutiva na esquizofrenia é a predominância da relação palavra/objeto. Existe apenas uma similaridade entre a palavra e o objeto. O que dita a palavra usada ( ou a substituição da palavra) não é a semelhança das palavras com os objetos, mas a uniformidade das palavras usadas para expressar as coisas.

A apresentação consciente do objeto, pode ser dividido na apresentação da palavra e na apresentação da coisa, que consiste na catexia, se não das imagens diretas da memória da coisa em si, pelo menos dos traços da memória mais remota derivada destas imagens. Assim temos dois registros diferentes de um mesmo conteúdo. Uma apresentação consciente que abrange a apresentação do objeto mais a apresentação da palavra, e uma apresentação inconsciente que é a apresentação da coisa em si.

No estado alterado de consciência, a palavra tem apenas um significado formal, existindo apenas uma similaridade entre o objeto e a palavra que o denomina. Eu creio que isto é devido ao fenômeno chamado de cinestesia, onde os nossos sentidos se agrupam para se Ter uma percepção com o ‘cheiro do som’, ‘o gosto da cor’, etc. O sentido metafórico da palavra se perde, e não se liga mais o simbólico ao objeto. Chega-se até a estranhar que determinado objeto possua tão estranho e inapropriado nome.

A linguagem molda o modo que nós vemos o mundo. Daí a nossa dificuldade em compreender a linguagem de uma pessoa que se encontra em um estado alterado. Nossas percepções são culturalmente condicionadas. Se pegássemos em um baralho um seis de espadas, mas que fosse vermelho, com certeza diríamos que se tratava de um seis de copas. Nós percebemos muito pouco do que está para ser percebido. Nós estamos conscientes de apenas uma fração extremamente pequena deste imenso input sensorial ligado a nosso cérebro. A maior parte da atividade cerebral, como também do córtex, não alcança a consciência. Entretanto nós temos a habilidade para dirigir a nossa atenção, aparentemente usando a nossa vontade, para um ou outro objeto cujo estímulo vem de nossos órgãos sensoriais. Como o foco de uma lanterna clareando pequenas partes de um lugar escuro.

Daí o temor de alguns de entrarem em alguma estado alterado de consciência, pois isto lhes alteraria suas objetividade. Nossas visões e alucinações pode simplesmente ser recordações sob uma nova forma. Manifestações traçadas pelo sistema nervoso representadas por imagens coletivas. Formas de um processo analítico do cérebro, comparável à rede de fio e circuitos de um computador. Infelizmente, não se sabe muito. O que nos resta é observar cuidadosamente estes fenômenos e registrar sua descrição verbal. O importante é que estas visões não sejam vistas como simples fantasias, se é que podemos classificá-las de simples no que diz respeito à imaginação. E, como Jung dizia, eu simplesmente me recuso a cometer a estupidez de negar tudo que não se pode explicar, como fraude.

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(*) Sérgio Pereira Alves é Psicólogo Clínico Junguiano atuando na clínica particular em Belo Horizonte. Autor de vários artigos publicados em jornais e revistas especializadas.   Realiza palestras e cursos de formação. Contato:target.gif (1770 bytes)