Sociedade dos Poetas Vivos (Ilustres Desconhecidos) |
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| POEMAS | Meus sentimentos se perdem como lágrimas na chuva. Possibilidades infinitas que se confundem, rolam no chão e vão para o mar. Na simples chance de voltarem a subir no vapor, e quem sabe, se repetirem neste ciclo infinito que é a vida. Talvez um dia... uma pequenina folha retenha uma gota, que cairá na terra, e fará brotar aquilo que por tantas vezes deixei passar escoando por entre os dedos de minhas mãos. Na vã tentativa de querer ter o jamais tido. -Sérgio Pereira Alves |
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Quando a frustração chega sobrevoando minha cabeça. Percebo o prenúncio da Morte. Cessa-se a consciência deste mundo de dor e sofrimento. A terra submerge no oceano. Rompe-se com todo apego, com todo ódio por qualquer ser. Dissipa-se o que é mais sutil. Os últimos aspectos do fundo do poço. Desistência total. E neste processo de desvanecimento, todas as minha experiências se fundem num só estado natural de quietude. Me reencontro com um antigo e saudoso amigo... Eu. -Sérgio Pereira Alves |
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Aventureiro no Mar Tenebroso Veredas das longas
noites Estrelas infinitas Aventureiro no Mar
Tenebroso Nas infinitas
águas do mar da existência Mar tenebrososo...
mar tempestuoso... Do ventre do
abismo Cleber Monteiro Muniz em 11/2/98 (letra de música do grupo de world music ESPLENDOR) |
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HAIKAI |
O vento leva as folhas e a poeira... voam as lagrimas - Karen Aniz |
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Tinteiros Cheios. Palavras esquecidas, inconscientes - Sérgio Pereira Alves |
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Pontas de pincéis, penas de um pássaro. Ar-te liberta. - Sérgio Pereira Alves |
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Passos na areia. Nuvens me olham passar O vento chega... - Sérgio Pereira Alves |
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| Criada em 17 Jul 2000 | Última Atualização em 26 fev 2003 |