É considerada um símbolo da fecundidade
pela quantidade excessiva de sementes. A abertura da romã é associada a defloração.
Ela é um símbolo do amor, da vida e da morte. Na Roma Antiga, jovens recém-casados
usavam coroas de ramos de romãzeira.
Na mitologia, Perséfone, após seu rapto, recusa qualquer alimento enquanto no reino dos mortos, mas ao saber de sua libertação, acaba comendo três sementes de romã que asseguram o seu retorno ao inferno e ao amante, por três meses a cada ano. Essa descida ao mundo subterrâneo possui uma conexão com o aspecto transformador do feminino. A opção de Perséfone, simboliza o reconhecimento de que não é mais a mesma donzela guardada até então, ciosamente, por sua mãe. (ver Perséfone em Mitologia, deusas, Kore e Perséfone, e em dicionário de símbolos, mundo e rapto)
® Sérgio Pereira Alves