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Atualidades |
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AÇÃO URGENTE: DETALHES DAS DEMOLIÇÕES NA VELHA LHASA Uma demolição parece ter começado na última quinta-feira(25 de abril, 2002) em um antigo prédio na esquina de Dekyi Shar Lam (Beijing Dong Lu) com" Rua Snowland ". Os locatários foram expulsos e parece que a demolição inclui uma velha residência chamada Samding. Relatórios indicam que todo o quarteirão vai ser demolido, onde estão algumas construções importantes como o Phunkhang (Ganglha Metok). Esta área é parte do pouco que restou do centro tradicional de Lhasa. Esta área agora constitui cerca de 1 Km quadrado da capital que agora possui cerca de 53 Km quadrado (o dobro que era em 1980) graças as construcões Chines de depósitos de muniçA, depósito de lixo tóxico, prisões e prédios administrativos chineses. Antigamente uma área importante para a cultura Tibetana de valor inestimável para sua herança como um povo. |
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OsTibetanos Sofrem "sérios abusos dos
direitos humanos" de acordo com o Relatório do Departamento de Estado dos U.S.: "Este relatório nos dá uma evidência ampla de porque a administração deveria abandonar o seu esforço para assegurar um comércio normal permanente com a China e manter um processo de revisão anual," disse John Ackerly, Presidente da Campanha Internacional para o Tibet. Entre as sérias descobertas estão:
Citações do Relatório e tradução por Sérgio Pereira Alves |
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A Procura por uma Solução Em 20 de Junho de 1959, o Dalai Lama, logo após chegar à Índia, soltou uma nota onde ele dizia:
A partir daí até 1979 o Governo Tibetano no Exílio e o Governo Chines não tiveram nenhum contato... Um encontro foi arranjado, em Janeiro de 1979, onde Deng Xiaoping convidou Gyalo Thondup (um dos irmão mais velhos do Dalai Lama)para visitar Beijing e discutir o problema do Tibet. Com a aprovação do Dalai Lama, o Sr. Thondup fez uma visita particular a Beijing em Fevereiro de 1979. Deng Xiaoping disse durante seu encontro que ele convidaria os Tibetanos no exílio de todas as idades para visitar o Tibet e ver as coisas com os próprios olhos. Sr. Deng continuou dizendo que a China estava disposta a disicutir e resolver com os Tibetanos todos os assuntos para completar a independência do Tibet. O Dalai Lama e seu Governo respondeu enviando três delegações ao Tibet em 1979 e 1980. Uma quarta delegação, que consistia de 16 membros representantes de várias escolas Budistas Tibetanas e pessoas de outros setores, foi também preparada. Entretanto, em 6 de Agosto de 1980, China expressou sua inabilidade em receber esta delegação. Em Fevereiro de 1983 o Dalai Lama expressou seu desejo de visitar o Tibet em 1985. Enquanto isto, sob a chamada Campanha Anti-Poluição, uma nova fase de repressão política assolava o Tibet, levando à prisão de várias pessoas. Em 1984 esta opção foi rejeitada juntamente com as propostas de parar com as repressões políticas no Tibet e a abertura de novas possibilidades de conversações futuras. Com o fracasso de todas estas tentativas o Dalai Lama não teve outra alternativas senão de tornar a sua posição pública e apelar para um appoio internacional. Se dirigindo ao Caucus dos Direitos Humanos do Congresso Americano em 21 de Setembro de 1987, o Dalai Lama propôs um Plano de de Paz com cinco pontos:
Rejeintando a proposta, a China acusa o Dalai Lama de aumentar o buraco existente entre os dois governos. Em 15 de Junho de 1988, para consertar o mal-entendido reformula sua proposta apresentando uma outra mais detalhada no Parlamento Europeu. Fica acertado um local e hora para um encontro: Genebra, Janeiro de 1989. A China não aceita, rejeitando inclusive a participação do advogado holandês Dr Michael van Walt van Praag. Em Fevereiro de 1989 quando o Panchen Lama morreu no Tibet, o Dalai Lama propôs enviar uma delegação ao Mosteiro de Tashilhunpo em Shigatse e outras áreas do Tibet como Lhasa, Kubum e Tashi-kyil, com um proposito cerimonial para o Panchen Lama. China rejeitou o pedido e depois liberou para dois dos três representantes viajarem somente a Tashilhunpo. Depois de esperar dois anos por uma resposta, o Dalai Lama informou de seu desejo em assistir na procura da reinarnação do último Panchn Lama em 25 de Março de 1991, no envio de uma delegação de Lamas e Abades a Lhamoi Latso, o lago sagrado perto de Lhasa, para rezar e observar as visões proféticas no lago que os levariam à reencarnação verdadeira. Depois de três mêses a China rejeitou o pedido dizendo que não precisava de uma interferência de fora e que os responsáveis pelo mosteiro cuidariam disto. Com todas estas experiências frustrantes e desapontadoras o Dalai Lama sugeriu uma visita pessoal ao Tibet acompanhado por um oficial Chines, e ainda procurou se encontrar com o Primeiro Ministro Chines, Li Peng; ambas as propostas foram rejeitadas. Em vista destes fatos, a assembléia de Deputasdos do Povo Tibetano passou uma resolução afirmando que o Governo Tibetano no Exílio não deveria fazxer mais nenhuma tentativa a menos que o Governo Chines expressasse uma mudança positiva em suas atitudes frente às negociações. Em Abril de 1992 o Governo Chines convidou novamente Gyalo Thondup a visitar Beijing e retomar as negociações dizendo que no passado eles tinham tido uma atitude "conservadora" e que estavam dispostos a ser mais "lfexíveis" se o Tibetanos fossem mais "realistas". Esta visita ocorreu em junho, com o consentimento do Dalai Lama e do Governo Tibetano no Exílio, e ao retornar, Gyalo Thondup reportou não haver presenciado nenhuma indicação de flexibilidade nos Chineses; ao contrário, muitas acusações graves foram feitas contra o Dalai Lama e o Governo do Tibet no Exílio. Parta clarear os pontos levandos pelo Governo Chines, tornou-se necessário enviar uma delegação à China liderada por Gyalo Thondup que também levou uma carta pessoal do Dalai Lama aos líderes Deng Xiaoping e Jiang Zemin. O encontro aconteceu em Nova Delhi com o Embaixador Chines Lui Guang-hui, em 17 de Setembro de 1992 para se discutir novos arranjos. O Dalai Lama e o Governo Tibetano acreditam fortemente que a única maneira para se começar as negociações para uma solução pacífica do problema do Tibet é sem pré-condições de ambas as partes.É encorajador que muitos Govermnos apoiam esta posição.
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The 17 th Gyalwa
Karmapa |
Karmapa Lama atrai tibetanos à
Índia Karmapa do Tibet realiza uma fuga Dramática Extraído da publicação de Janeiro de 2000 de Tibet Press Watch O 17º Karmapa Ugyen Trinley Dorje, de apenas 14 anos, realizou uma fuga dramatica de seu mosteiro em Tsurphu, norte de Lhasa, para a India. Sua chegada em Dharamsala na India em 5 de Janeiro foi anunciada por um de seus centros nos Estados Unidos. O Karmapa é o mais proeminente lama Tibetano a escapar do Tibet para a India desde a fuga de Drikung Chetsang, chefe da linhagem Drikung Kagyu, em 1975. O Karmapa é o único lama em tempos recentes a receber o reconhecimento do Dalai Lama assiom como a aprovação do Governo Chines. O Governo Chines se empenhjou para promovê-lo como um símbolo de sua política liberal religiosa no Tibet. Ele foi levado à Beijing para se encontrar com líderes Chineses, incluindo o Presidente Jiang Zemin. O líder Chines Li Ruihuan foi citado por Xinhua em Janeiro de 1999 que disse que o Karmapa "terá um grande im,pacto no desenvolvimento e estabilidade do Tibet." Pouco se sabe sobre a fuga do Karmapa e seus seis seguidores a não ser que eles deixaram Tsurphu em 28 de Dezembro de 1999. Os Tibetanos que visitaram o Mosteiro de Tsurphu ultimamente relatam que existe uma forte presença de oficiais Chineses na área. Houve também um relato de visitantes à Tsurphu no final do ano de 1999 dizendo que o Karmapa estava em retiro, significando que não podia ser incomodado. A liderança Tibetana em Dharamsala disse que não tinham conhecimento prévio da fuga do Karmapa. Embora estes fatos tenham o ppotencial de afetar a relação Dharamsala-Beijing relationship do mesmo modo os laços India-China dependem de como as autoridades Chinesas reagirão a isto. Na imprensa, Beijing disse que o Karmapa deixara uma nota em seu Mosteiro dizendo que ele estava indo à Índia para coletar alguns artefatos religiosos e que ele não tinha a intenção de "trair o Estado, a nação, o mosteiro ou a liderança." Um porta-voz Chines também assinalou que não ficariam sastisfeitos se a Índia garantisse asilo ao Karmapa. O 16º Karmapa faleceu em 1981 e sua reencarnação foi encontrada em 1992. O Karmapa se encontra presentemente em um lugar retirado na India. |
Dia National do Levante Tibetano Este dia é um dos mais importantes no ano para o povo Tibetano. Ele comemora o sacrifício de mais de 40.000 que levantaram contra a ocupação militar Chinesa em 1959 e morreram nas semanas seguintes. |
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The16th Gyalwa Karmapa Rangjoung Rigpai Dorje |
Panchen Lama da China retorna a Shigatse
O papel do Panchen Lama é de significado político para os Chineses pois ele como a segunda mais importante figura na hierarquia religiosa do Tibet, tradicionalmente decide sobre a próxima reencarnação do Dalai Lama e se torna o Líder Espiritual interino até se encontrar o novo Dalai Lama. Uma indicação de como os Chineses levam este assunto seriamente pode ser observada nas declarações de um conselheiro religioso do Governo Chines, Tao Changsong, que disse esta semana que a próxima reencarnação do 14º Dalai Lama "não será escolhida por estrangeiros" e que será "um Tibetano nascido no território Chines". O líder Tibetano exilado, o Dalai Lama disse em Maio de 1997 que sua próxima reencarnação "definitivamente" nascerá fora do território Tibetano se a disputa Sino-Tibetana continuar. O garoto nomeado pelo Governo Chines em Novembro de 1995 com a reencarnação do the Panchen Lama chegou a Lhasa em 17 de Junho e foi entronado como o Panchen Lama em 8 de Dezembro de 1996 após ter sido rejeitada a escolha do Dalai Lama de Gendun Choekyi Nyima. |
Criada em 14 Jan 2000 |
Última Atualização em 02 jul 2004 |